Provilar Plus combina proteção contra doenças e ativação fisiológica, com resultados avaliados em mais de 110 áreas no Brasil.
A FMC anunciou no Brasil o lançamento do Provilar Plus, novo fungicida desenvolvido para atuar desde a fase vegetativa das culturas. A solução combina o manejo de doenças com uma tecnologia proprietária voltada à ativação de processos fisiológicos relacionados ao desenvolvimento e à eficiência produtiva das plantas.
Um dos diferenciais apresentados pela companhia é a tecnologia PRIMEFORCE, que, segundo a FMC, estimula mecanismos naturais ligados ao metabolismo, crescimento e resposta a diferentes condições de estresse. A proposta é integrar a proteção fitossanitária a efeitos fisiológicos capazes de contribuir para o desempenho das plantas ao longo do ciclo.
Tecnologia atua sobre processos fisiológicos
Pesquisas conduzidas pela FMC identificaram a ativação de 156 genes associados a processos como produção de energia, fotossíntese, metabolismo de carboidratos, absorção de nutrientes, eficiência no uso da água, defesa antioxidante e respostas a estresses.
A empresa também atribui à tecnologia um efeito conhecido como priming, mecanismo que aumenta a prontidão fisiológica da planta diante de fatores bióticos e abióticos. As avaliações registraram ainda alterações relacionadas à produção de fitoalexinas e à fixação biológica de nitrogênio, incluindo aumento da nodulação e de indicadores associados a esse processo.
Na safra 2025/26, o produto foi avaliado em uma rede formada por mais de 110 áreas comerciais e experimentais distribuídas pelas principais regiões produtoras brasileiras. Segundo dados da FMC, o uso do fungicida resultou em ganho médio de 2,1 sacas por hectare em comparação aos manejos químicos e biológicos utilizados como referência.
A companhia informa ainda que o Provilar Plus apresentou produtividade superior em 69% dos campos avaliados e resultado de vitória ou empate em 83% das comparações realizadas.
Formulação busca reduzir volume por hectare
Outro aspecto destacado pela FMC é a concentração do produto. A dose indicada é de 100 mL por hectare, característica que, segundo a empresa, permite reduzir em até 71% o volume movimentado por área tratada em comparação às referências utilizadas em sua análise.
A menor quantidade também pode reduzir demandas relacionadas a embalagens, transporte, armazenamento e movimentação ao longo da cadeia de distribuição.
Com o lançamento, a FMC amplia seu portfólio de tecnologias para proteção de cultivos no Brasil, associando o controle de doenças a uma abordagem voltada à fisiologia vegetal e à eficiência operacional.

